Filme: Carrie – A Estranha

Quando eu era criança/pré-adolescente eu adorava assistir filmes de terror/suspense com meus pais. Iamos até a locadora na sexta feira ou no sábado pela manhã, alugavamos quatro filmes, o que nos dava direito a mais um e ainda a possibilidade de devolve-los apenas na terça-feira. Ainda passavamos no mercado aonde comprariamos uns pães quentinhos, refrigerante e alguma guloseima, chegando em casa colocavamos alguns colchões no chão da sala e assistiamos todas aquelas fitas (sem esquecer de rebobinar depois de assistir, claro :P).

Atualmente eu assisto dramas, comédias e romances, porém naquela época eu assisti a versão de 1999 de Carrie – A Estranha, então quando soube que sairia o remake bateu uma nostalgia e não pude deixar de ver.

carrie

Sinopse: Carrie retrata um grande desastre ocorrido na cidade americana de Chamberlain, Maine, destruída pela jovem Carietta White. Nos anos anteriores à tragédia, a adolescente foi oprimida pela sua mãe, Margaret, uma fanática religiosa. Além dos maus tratos em casa, Carrie também sofria com o abuso dos colegas de escola, que nunca compreenderam sua aparência, nem seu comportamento. Um dia, quando a jovem menstrua pela primeira, ela se desespera e acredita esta morrendo, por nunca ter conversado sobre o tema em casa. Mais uma vez, ela é ridicularizada pelas garotas do colégio. Aos poucos, ela descobre que possui estranhos poderes telecinéticos, que se manifestam durante sua festa de formatura, quando os jovens mais populares da escola humilham Carrie diante de todos. Fonte: Itaú Cinemas

Eu não costumo guardar na memória muita coisa dos filmes que assisto, normalmente lembro apenas algum ator, qual o sentimento que aquele filme me causou e se era bom ou ruim. Quanto a Carrie de 1999, eu guardei apenas que era bom e um pouco sanguinário.

Ao meu ver a Carrie de 2013 não tem nada de terror, pelo contrário, é um drama com uma pitada de ficção cientifica. As cenas de Carrie com sua mãe são ótimas e diria até que são a parte mais assustadora do filme onde Carrie sofre abusos psicológicos de uma mãe insana e fanática.

As cenas da escola tiveram toda uma adptação a fase smartphone/internet que vivemos. Os personagens foram caracterizados de forma real, sem caricaturas. Ninguém é de todo mal ou bom, fica aberto o fato de que todos são humanos com mais ou menos senso de moral, que agem, mas também podem se arrepender.

Julianne Moore interpretou maravilhosamente a insana mãe de Carrie e em um geral também gostei da interpretação de Chloë Grace Moretz, porém acredito que nas cenas em que ela usa seu poder suas expressões e gestos ficaram muito forçados.

Façam pipoca e assistam o filme! 🙂

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